quarta-feira, 23 de maio de 2012
O ardor da distancia já não me afeta como antes,
pois me fez acostumar com a tortura;
Os teus lábios nos meus ainda estão gravados,
os sinto quando meu coração murmura;
Enquanto via a brisa envolvendo aquela linda arvore,
que fez cair folhas sobre o lago com sutil ternura;
Me fazendo abraçar o nada sentindo os teus braços
que sem saber ainda me segura;
E quando eu lembrava,
a saudade vinha e com ela a nossa jura;
Seu cheiro, sua voz, seus carinhos, coisas simples,
mas com seus valores, como numa pintura;
Recordando como se fosse ontem,
aquele beijo perfeito, nossos toques, o teu jeito de menina pura;
Minha menina, flor que desabrocha todos os dias,
pequena, frágil, mas com a sua incontestável formosura;
Toda linda, bem acabada, jeitinho de criança,
aparência de adulta, cheia de sonhos, cheia de doçura;
E me cabe manter essa fiel esperança
exigindo buscar mais sobre a sua cultura;
Mesmo já me conhecendo, quero impressionar,
pois nunca sei quando estou a sua altura;
Perfeita do jeito que é, não me faz ter outra certeza,
Você é o que eu mais quero, bela criatura.
Postado por Chris Jospich 0 comentários
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